Blog do AMIGO DO TRÂNSITO

Espaço para a livre manifestação sobre questões do trânsito brasileiro. Criado pela Ong TRANSITOAMIGO funciona como Tribuna Livre para críticas, denúncias e elogios. É também um espaço para a vítima, seus familiares e amigos.

18/5/09

IMUNIDADE NÃO PODE PERMITIR A IMPUNIDADE

A  INDIGNAÇÃO E O DESABAFO DE UM PAI QUE SOFRE AS CONSEQUÊNCIAS DA IMPRUDÊNCIA E DO DESATINO DE UM CRIMINOSO SOBRE RODAS

Ao presidente do PSB
Governador Eduardo Campos
Ao presidente da Assembléia Legislativa do Paraná
Deputado Nelson Justus (DEM)

Prezados Senhores,
Como cidadão, aguardo que o PSB e a ALEP expulsem imediatamente o deputado Carli Filho de suas fileiras e não propiciem seu acobertamento com o "foro privilegiado", pois a sociedade não tolera mais esse tipo de compadrio. Um animal completamente irracional como esse sujeito tem de se haver com a justiça comum, que já lhe será benevolente pela própria leniência das nossas leis, principalmente para quem pode pagar bons advogados. Basta de impunidade em nosso país e é preciso mudar essa cultura irresponsável e assassina ao volante, causadora de 35mil (!!) mortes por ano! Uma pessoa a cada 15 minutos e ninguém está livre de ser o próximo enquanto animais celerados como os causadores de tantas tragédias estiverem soltos e não enjaulados.

No meu entendimento, não cabe aguardar a defesa do dep. Carli Filho para expulsá-lo. Que explicações alguém pode dar por estar dirigindo a mais de 150km/h, com sinais evidentes de embriaguez, com 130 pontos na carteira e 30 multas sendo 23 por excesso de velocidade, conforme noticiado na imprensa? Ele que exerça seu direito de defesa como uma pessoa comum e não protegido por um manto corporativo. Que o PSB/ALEP, por imobilismo, não "se lixem" para a dor e a revolta dos pais dos jovens mortos, pois se agirem assim estarão se igualando ao "nobre" deputado. E a resposta à sociedade deve ser rápida e sem complacência, pois precisamos todos estar unidos ao lado da civilidade e não da barbárie.

Infelizmente eu sei exatamente o que é a dor de enterrar um filho vítima de um motorista embriagado e dirigindo em alta velocidade. Perdi minha filha Ana Clara de 17 anos dessa mesma forma em set. de 2006. Não há nada pior e mais devastador na vida de um pai / mãe. Quem vive uma tragédia igual sabe o que sinto.

atenciosamente,

Gabriel F. Padilla
Pai de Ana Clara.
Uma das cinco vítimas fatais da tragédia da Lagoa Rodrigo de Freitas/RJ, acontecida em setembro de 2006

criado por fernando_pedrosa    21:31:31 — Arquivado em: Sem categoria

12 Comentários »

  1. É muito comum que a imprensa, depois de alguns dias, retire das manchetes essas matérias, substituindo-as por outras que provoquem novos impactos nos leitores. Portanto cabe a nós a cobrança de atitudes para que não caiam no esquecimento barbáries como essa violenta tragédia. Não podemos compactuar com a impunidade, vamos cobrar solução já !!!!!

    Comentário por cecilia reis — terça-feira, 19 de maio de 2009 @ 11:02:03

  2. O gravíssimo acidente que culminou com a morte dos estudantes Gilmar Yared e Carlos Murilo de Almeida ambos assassinados pelo deputado estadual Fernando Ribas Carli Filho se soma aos milhares de outros que todos os dias ceifam centenas de vidas, totalizando mais de 50.000 mortos todos os anos. Não podemos deixar cair no esquecimento este ato de extrema irresponsabilidade do deputado Fernando Ribas Carli Filho. Façamos a nossa parte! Além do pesado fardo que arrastamos com a morte de nossos filhos, continuemos denunciando todo e qualquer comportamento que seja contrário ao nosso direito de viver mais! Os nossos filhos perderam suas vidas no trânsito, mas nós continuaremos a nossa luta por “JUSTIÇA” e por um trânsito mais humano.
    Como a familia de Gabriel Padilla, nós também nos unimos a esta corrente de solidariedade rezando para que Deus conceda a paz necessária à estas famílias neste momento de dor e para que Deus suavize a dor de nossos corações sofridos e oprimidos com a partida abrupta e prematura de nossos amados filhos, Fabricio, Ana Clara, Joana, Manuela, Leila Maria, Patricia, Juliana, Carolina,Mariana,Suellen, Michelle, Lorena, Isabela, Marcel, Rafael, Gustavo, Tiago ……….
    Fernando Diniz
    Pai de Fabricio Diniz, falecido aos vinte anos em março de 2003 em trágico acidente de carro na Av. das Américas.
    O condutor irresponsável Marcelo Henrique Negrão Kijak, permanece foragido e é procurado pela INTERPOL no mundo inteiro.

    Comentário por Fernando Diniz — terça-feira, 19 de maio de 2009 @ 18:00:12

  3. O que dizer de um parlamentar - representante do povo - que transgride todas as regras que ele deveria defender e mata de forma cruel e chocante dois jovens inocentes e promissores?

    Resta-nos apenas a esperança de que a comoçao popular diante de tamanha tragédia induza as autoridades a agirem com a mais legítima isenção e rigor.
    Nada de imunidade e, muito menos, impunidade.
    Que ele responda por homicidio doloso, que perca a sua habilitação (não uma simples suspensão, mas sim a cassação definitiva), pague a pena decidida pela justiça e que indenize as familias atingidas na proporção de suas posses.
    Solidarizo-me também com a mãe do Deputado. Também uma vítima nessa história.
    Em sua entrevista ao Programa Fantástico da TV Globo ela teve a coragem e a humildade de reconhecer sua falha quando perguntou: “… Onde nós erramos…” Conluindo ao final de sua manifestação de que caso haja comprovação de sua culpa (uma dúvida natural de mãe) que ele pague pelo que fez.

    Comentário por Fernando Pedrosa — terça-feira, 19 de maio de 2009 @ 18:57:49

  4. Se vcs lutassem por TODAS mortes no transito sem exceção, qtas vitimas de famílias humildes seriam lembradas…
    Mas adesão é para a familia Yared ….de posição previlegiada né?
    ONG????? com uma pessoa q deseja a morte da outra pode estar em uma ONG?????? Isso me deixa muita duvida,pois, para mim ONG significa solidariedade,verdade,justiça.
    Não se deseja a morte de ninguém, nem mesmo q o coração esteja endurecido pela dor, afinal somos seres HUMANOS e é isso q nos distingue dos animais selvagens.
    Vcs querem é vingança e não JUSTIÇA.
    Por que não lembram de exigir mais caráter em quem fiscaliza ou elabora as leis na hora de digitar seu voto nas urnas?????
    Quando foi a passeata no acidente provocado do sobrinho do Requião? A passeata para as mães das da Candelária, apesar de seus filhos não tenham morrido em acidente de transito? Onde ficou a solidariedade?
    Será q vcs desconhecem a palavra fatalidade?
    Agora q houve a renúncia ao cargo por que passeata de hj(sábado), por que não se aquietar e experimentar derramar algumas lagrimazinhas?
    Mãe q é mãe derrama lágrima por seu filho!!!!!
    Como disse Fernando Diniz ali em cima, são 50.000 mortos todos os anos, só a morte causada por Fernando Carli causou essa comoção que mais parece adesão política.Bom hj foi 300 participantes, agora q se trata de um cidadão comum a solidariedade acabou?
    Nos outros casos não tinham mãe?
    É q as outras mães estavam envolvidas na sua dor e nas suas lágrimas. E faltou interesse e solidariedade do povo.Por que será q nos outros acidentes não teve essa repercussão se afinal também envolveram morte também.
    Não se esqueçam q todas as moedas tem duas faces, todos tem sua parcela de culpa,não é pelo fato de Carli sair com vida e ter muita culpa, q seja o único errado e culpado, vejamos o q a justiça dirá no final. Tanto q os próprios deputados q iriam votar a cassação ou não, seriam 5, e 4 estão com excesso de pontos perdidos nas carteiras.
    Quanto a pagar bons advogados a os Yared tbém esta com um excelente advogado, mas isso seria crime, sr Gabriel????? No caso de Yared é normal mas para Carli é crime né?
    Comove-me a perda de um ente querido,sou solidária para com qualquer pessoa,me foi ensinado a amar o próximo. Não importa a maneira q morreu, a tristeza é a mesma.Quando se trate de um caso q outra pessoa causa essa dor tirando a vida, devemos lutar por justiça com certeza, mas NUNCA esquecer q justiça é diferente de VINGANÇA.

    Fernado Pedrosa, vc tem filhos????? vc acha q algum dinheiro no mundo pagaria a vida de um filho ou filha??? isso é monstruoso!

    Ninguém diz q Carli é inocente, teve sim sua culpa e não se negará a pagar, tanto q nessa sexta renunciou ao cargo. Culpado por dirigir excesso de dosagem alcoólica, mas não é o monstro q vcs estão pintando.
    Só acho esquisito q na ocasião do acidente, só tinha uma testemunha q estava fumando na janela, agora já tem varias. Não entendo que as ruas q sempre estão desertas, justo nesse dia tenha testemunhas, o socorrista q atendeu e na hora não sabia q se tratava de um deputado, disse q a carteira foi roubada e não apresentava sinal de embriaguez, depois ate apareceu no registro escrito,vale lembrar q depois da meia noite os semáforos ficam só no alerta e as vias rápida são preferenciais.os radares dias após o acidente não acusava excesso de velocidade nessa rua naquele horário, foi declarado na teve em Curitiba.Falaram tanto q a assessoria de Carli deturparia os fatos, realmente os fatos estão desencontrados, mas se isso aconteceu quem será q esta se equivocando??????
    Creio q o mínimo de sensatez deveria se fazer presente,respeito a ambas famílias.
    Peço a Deus q desenpedre muitos corações q tem se manifestado, estabeleça o senso de justiça e nos traga muita paz.

    Comentário por Rosana M Cruz — sábado, 30 de maio de 2009 @ 20:01:20

  5. Dizem que escrever exige talento, poder de síntese, domínio das técnicas e - acima de tudo - objetividade e clareza.
    Mas a leitura também exige racionalidade e isenção.
    Lendo os depoimentos de Fernando Diniz e de Gabriel Padila não consegui enxergar a manifestação de vingança alegada na mensagem enviada pela sra. Rosana.
    Li mais uma vez e o que percebi foi a justa e legítima manifestação de pessoas que sofreram ( e sofrerão para sempre) as consequências trágicas de uma conduta irresponsável que culminou com a morte de entes queridos.
    As vítimas são inúmeras. Milhares todos os anos. Muitas anõnimas, como bem destacou a sra. Rosane. Mas os episódios que alcançam notoriedade, por envolverem personalidades públicas, é a única chance que as vítimas (anônimas ou não) dispõem para se fazerem ouvidas e, quem sabem, atendidades.
    Que Deus nos proteja a todos.
    Não só da violência do trãnsito como também da incompreensão dos que não sabem ler.

    Comentário por Fernando Pedrosa — segunda-feira, 1 de junho de 2009 @ 22:32:07

  6. Confesso ter relutado em escrever mais do que no meu e-mail anterior. Principalmente para manifestações contrárias, por leitura equivocada, vindas por quem não vive o fato de ter perdido um filho tragicamente. O pensamento e a opinião são livres, um direito absoluto, mas há de se ter um mínimo de vivência, conhecimento ou engajamento solidário numa causa, ao se posicionar sobre alguma questão.
    Que não se confunda vingança com desejo e esperança por justiça até para que, em havendo, esta sirva de alerta e lição para toda a sociedade. Principalmente pelo alcance educativo proporcionado por quem tem visibilidade e exposição pública. Isso é prática da justiça nas sociedades avançadas. A questão é saber se queremos viver na barbárie ou na civilidade e isso só se consegue quando conseguimos enxergar o próximo.
    Quanto a hipótese de fatalidade, ela é equivocada. Para quem desconhece o significado da palavra, ela quer dizer “sorte inevitável”. É quando ocorre algo alheio a nossa vontade, como alguém ser surpreendido por um tsunami, de férias numa praia paradisíaca, por exemplo. Por outro lado, muitas mortes poderiam ser evitadas se motoristas não dirigissem embriagados, a 150 km/h, com um histórico de dezenas de pontos na carteira e várias multas por excesso de velocidade. Isso pode ser perfeitamente evitado. Quem age assim, acredito sinceramente não desejar a morte de ninguém, mas tem conhecimento sim, de que pode causar danos irreparáveis a outros. Portanto, é muita ingenuidade alguém chamar de “fatalidade” tragédias como essa. Ou então nunca se deu ao trabalho de abrir um dicionário.
    Finalmente, nós pais que perdemos nossos filhos tragicamente, poderíamos nos fechar no luto, não nos expor, não nos arriscar até ser incompreendidos. Mas, se lutamos por um ideal, ajudamos de alguma forma aqueles que nunca viveram o que nós vivemos todos os dias. Sim, vivemos a cada minuto nossos filhos que nos foram tirados covardemente, pois não há presença mais forte do que a ausência de um filho que partiu.

    Gabriel F. Padilla

    Comentário por gabriel padilla — terça-feira, 2 de junho de 2009 @ 18:00:27

  7. Sra. Rosana, EU que faço agora uma pergunta: a SRA. tem filhos??? Parentes queridos??? Pois parece que passa longe disso, ao ser tão insensível à dor de familiares vítimas do trânsito no Brasil.
    Não estamos lutando por TODAS as mortes no trânsito, como a Sra. se referiu, mas ao menos, estamos tentando transformar nossa dor em JUSTIÇA, não em vingança, pois queremos uma mudança de comportamento do ser humano, que este tenha RESPEITO pela vida alheia.
    Tentamos dar conforto àqueles que passaram ou estão passando pela mesma angustia que um dia passamos.
    Ninguém aqui deseja a morte de alguém, muito pelo contrário, queremos ver o deputado Carli Filho bem VIVO para pagar por tudo o que vem causando às famílias dos 2 jovens que matou. MATOU sim, pois ao entrar naquele veículo completamente alcoolizado, depois de inúmeros pontos em sua carteira de motorista, assumiu a total culpa da morte desses 2 jovens.
    O simples fato pelo qual o acidente que envolveu o referido deputado ter sido tão divulgado é a quantidade de recursos que se tem para burlar a lei no Brasil, principalmente ao se tratar de um político, e tal acidente repercutiu tanto porque a população brasileira está farta de tanta canalhice desses políticos e quer dar um basta à impunidade. Simplesmente isso.
    Acredito que para alguém opinar sobre qualquer assunto deve ter ao menos o mínimo de conhecimento, caso contrário, que se tenha ao menos RESPEITO às vitimas que ainda estão aqui, sentindo diariamente ausência de seus entes queridos, e essa palavra, Rosana, a Sra. desconhece.
    Nenhuma família de vítima de acidente de trânsito quer uma indenização material pela morte de um filho, nada vale a perda de um filho ou um ente querido, mas o mínimo que se espera é saber que se há JUSTIÇA nesse país, e que se um dia, algum ser humano foi responsável pela morte de outrem, que PAGUE POR SEU ATO. É o que queremos, e vamos continuar lutando por isso.
    Sou Fernanda Diniz e sou uma irmã órfã, e sei o que é sofrer pela perda de alguém que você ama, e simplesmente nada acontecer para que o responsável pague pelo que fez. JUSTIÇA, não vingança.
    E já que nada aconteceu, transformamos nossa dor em apoio, consolo, solidariedade às demais vítimas de trânsito e em campanhas para que haja muitas mudanças em termos de legislação brasileira, mas principalmente a mudança interna do ser humano em se tratando de seu comportamento nos asfaltos.
    Nossa caminhada sempre será com esse objetivo.

    Comentário por Fernanda Diniz — terça-feira, 2 de junho de 2009 @ 22:25:20

  8. A toda hora temos exemplos de como muitas pessoas interpretam equivocadamente o que lêem. Imaginem como muitas pessoas interpretam as leis e regulamentos não só de trânsito como as demais. Daí o desencontro, o desentendimento entre as pessoas e a violência em todos os spectos.

    Comentário por Hélio Dias de Souza — terça-feira, 2 de junho de 2009 @ 22:27:37

  9. Que país é esse?ou melhor que povo é esse?
    Vivemos num país sem leis, onde pessoas que fazem parte da populaçao mais privilegiada saem impunes de seus crimes, pessoas que deveriam dar o exemplo, mas acabam usando o status, profissão, conhecimento, para não pagarem por seus erros.
    Porém fico feliz de ver que existem outro tipo de pessoas que procuram ajudar aqueles que sofrem por suas perdas, que nao deixam entrar no esquecimento esses assassinatos, que criaram uma ONG, que fazem movimentos para tentar mudar um país tão corrupto!

    Após ler os comentários do blog não sei dizer se a Sra. Rosana faz parte da populaçao com pouca instrução e não entendeu que o que essas pessoas fazem é maravilhoso ou se infelizmente ela não se enquadra nesse tipo de pessoa. Infelizmente essas pessoas não tem condiçoes de comentar todos os assassinatos, porém nao é por isso que devem se omitir em relação a esse, principalmente por se tratar de uma pessoa que foi eleita pelo povo para cuidar dele e não matar.
    acredito que a renuncia do cargo nao vai trazer os filhos de volta e muito menos é sinonimo de que o Sr. ex- deputado vá responder por seus crimes.
    Li diversas vezes o comentario de todos e nao vi ninguem desejando a morte do Sr. Carli, mas vi que a Sra. Rosana esta indignada por este caso ter maior publicidade e outros nao, repito isso tem que servir de exemplo para outros, um dia esse país vai melhorar por causa de pessoas que nao deixam crimes como esse cair no esquecimento.
    Sou advogado e no final sei que no final a JUSTIÇA só pode dizer que NAO HÁ JUSTIÇA!
    Prefiro acreditar que a Sra. seja uma pessoa de pouco conhecimento.

    Que voces continuem essa bonita caminhada, pois só assim esse país um dia ira mudar.

    Abraços

    Comentário por Erick Cardoso — quarta-feira, 3 de junho de 2009 @ 14:37:04

  10. Dizem que do debate nasce a luz.
    É preciso que alguém mexa no interruptor da dona Rosane.
    Aliás, acho que seu texto foi encomendado pelo deputado Carli.
    A verdade é uma só: Ele bebeu, recusou a carona que o amigo ofereceu, excedeu o limite de velocidade, avançou em um cruzamento sem qualquer cuidado, bateu e matou.
    esses são os fatos.
    Que a justiça se pronuncie com a celeridade e a severidade necessária.va cumprir a pena e ainda terá muito tempo para refetir sobre o que fez.
    Ele é jovem,

    Comentário por ENILSON DE SOUZA — quarta-feira, 3 de junho de 2009 @ 15:59:11

  11. Fórum privilegiado não pode ser dado a quem tira a vida de outro, por irresponsabilidade. Os jovens estão morrendo, vítimas de acidentes de trânsito! É preciso EDUCAR, educar os futuros motoristas para que tenham clareza da ética e da cidadania.

    Comentário por Maria da Glória Martins Duque Estrada — terça-feira, 30 de junho de 2009 @ 15:34:06

  12. Creio q houve somente leitura sem interpretação.
    Aqui foi escrito em depoimento q a família deveria ser indenizada em valor monetário, essas palavras não foram minhas, basta olhar o depoimento nº 3.
    Também não preciso de interruptor, não sou tomada, sou um ser humano que tem filhos, tem netas e até bisneta. Não sou mulher de encomenda, mas sim uma pessoa q vê dos dois lados!
    Fernando Carli é culpado e DEVE pagar pelos seus atos mas não deve ser crucificado pelos seus erros , punido sim.
    Pior q não saber LER e quem LÊ mecanicamente sem se aprofundar no texto ne SR Erick, ser advogado não lhe dá conhecimento nem luz de sabedoria.
    Me admira muito o SR dizer q não há justiça, como será q a OAB se pronunciaria quanto a sua declaração?????? O SR segue uma carreira a qual desacredita???????? isso deve causar muita tristeza não?????
    visite essa página
    http://www.bonde.com.br/bonde.php?id_bonde=1-3–753-20090530
    No 4º parágrafo ” Cheguei a desejar a morte dele…..” O SR só leu os comentários daqui, então visite a página e tire suas conclusões, por que um erro não justifica outro.

    Comentário por Rosana Moreira da Cruz — quarta-feira, 5 de agosto de 2009 @ 02:46:57

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